Da para acreditar? Salada: a nova vilã da dieta?

Estudos publicados no Washington Post revelam que o prato nem sempre é a melhor opção para quem quer emagrecer
Escolha frequente entre as pessoas que buscam baixar números na balança, a salada pode acabar se tornando a vilã da dieta quando ingerida como único prato de uma refeição – ou, pelo menos, é o que estudos publicados no Washington Post alegam. Entenda os motivos:

1. Não é um prato muito nutritivo
De acordo com o Washinton Post, uma porção inteira de alface americana contém a mesma quantidade de água que uma garrafa de 1 litro de Evian. Por esta razão, você consegue muito mais nutrientes se optar por vegetais que contêm menos água, como a batata doce (que é 77% água).

2. Se você tirar as folhas de alface, será que o que sobra faz bem para sua saúde?
Pense na salada caesar, por exemplo: croutons, queijo parmesão, salada e o molho caesar (que tem cerca de 78 calorias em uma colher, além de muita gordura).

3. Aparentemente, pode deixar você doente
Segundo um relatório do Centres for Disease Control (centro de controle de doenças, tradução livre), vegetais como folhas verdes foram as responsáveis por 22% de todas as doenças relacionadas com comida entre os anos 1998 e 2008 – tudo graças à presença de agrotóxicos. (Se for comer, aposte nos orgânicos!)

4. Segundo o Washinton Post, não é bom para o meio-ambiente
A questão aqui está no desperdício – quem nunca comprou uma alface no supermercado, ficou sem vontade de comer nos dois dias seguintes e, quando se deu conta, se deparou com o vegetal marrom e estragado? Este é o problema: salada é um dos alimentos que mais é despediçado no mundo; em 2013, um relatório da Tesco revelou que 68% da salada no mundo é desperdiçada tanto nas casas, quanto nos supermercados.

E você, o que acha?
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